8.10.08

 


 


 


A propósito do Dia Mundial da Saúde Mental, que se comemorará no próximo dia 10 de Outubro, a Federação Mundial para a Saúde Mental (WFMH) decidiu publicar um folhetim onde pretende alertar a comunidade civil para o flagelo que é a doença mental, referindo que esta afectará directamente cerca de 12% da população mundial.


Quem vir este número de relance pode considerar que 12% da população mundial nem é um valor muito alto, no entanto, não podemos esquecer que a esta percentagem de doentes mentais, não corresponde igual percentagem de meios de prevenção, tratamento e acompanhamento.


A juntar a este facto, existe também a "marca" pesada de se ser doente mental, quase como se este fosse uma pessoa menos nobre ou digna do que uma qualquer pessoa com uma doença cardiovascular ou oncológica.


Um dos pontos chaves desta publicação da WFMH é imputar a responsabilidade pela melhoria das condições dos serviços de saúde mental, não nos responsáveis politicos ou nos governos, mas sim no indivíduo.


Cada um de nós pode (e deve) fazer a diferença no seu dia-a-dia. Cada um de nós tem o potencial para alterar o seu entorno. Cada um de nós tem a potencialidade de mudar atitudes nos que nos são próximos. Cada um de nós tem a hipótese de sugerir alterações e melhorias, e enquanto cada um de nós não o fizer de uma forma espontanea, continua e desinteressada, não somos dignos de o exigir posteriormente aos nossos Governos e politicos, pois eles não são mais do que o reflexo de cada um de nós.


Acredito que o Mil Razões... é um passo importante no sentido dessa participação civica para a melhoria da saúde mental no nosso entorno.


 


Alexandre Teixeira


 

Link deste ArtigoPor Mil Razões..., às 01:15  Comentar

De Fernando a 27 de Outubro de 2008 às 03:52
Quem? Eu?
Alterar, mudar, sugerir?
Fazer alguma coisa?
No dia-a-dia?
Não posso! Estou muito ocupado!
Eles que resolvam os problemas que para isso é que são eleitos e para isso é que pagamos impostos.

NOTA: Ironizo, claro está.

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