27.4.15

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Obviamente, do que gostaria de falar era do MINDFULLNESS, um conceito amplamente divulgado na atualidade que se relaciona com a meditação, no sentido de procurar desenvolver uma ATENÇÃO PLENA no momento presente. Mas o FOCO que quero dar ao artigo prende-se com a ideia de MIND FULL LESS, ou a capacidade de nos desenvencilharmos de tudo o que não presta, ou das teias que os velhos pensamentos criaram, ou do que é inoportuno pensar em determinado momento. Precisamos, de certa forma, de conseguir desencadear, integralmente, um silêncio interior que se traduziria neste MIND FULL LESS, ou seja, termos cada vez menos coisas na mente. A simplicidade é irresistivelmente elegante. É como se estivéssemos a desenvolver uma Consciência Ecológica, uma vez que a ciência já admite que criamos realidades concretas, inclusive materializáveis, a partir dos nossos pensamentos. A prática do MINDFULLNESS é um caminho para esse objetivo.

Há uma frase muito interessante que fala da importância do AGORA: “Depressão é excesso de passado e ansiedade é excesso de futuro”, descortinando a relevância de uma educação do pensamento. Os pensamentos são as antecâmaras das emoções e a qualidade dos nossos pensamentos são o campo fértil para as emoções positivas e felicidade.

Não gosto de pensar no AGORA, meramente no sentido mindfullnessístico, ou eckharticista (referência ao autor Eckhart Tolle), pois se é certo que o autocontrolo, o qual começa com o domínio dos próprios pensamentos, pode ser exercitado com técnicas como Mindfullness (meditação), Concentração (Foco), Flow (imersão prazerosa numa atividade), para mencionar algumas, precisamos, igualmente, por um lado, popularizar a AÇÃO nas nossas vidas e, por outro, resgatar a genialidade potencial dos nossos atributos mentais.

O autocontrolo preserva-nos o equilíbrio emocional, mas é a racionalidade que dá o mote ao nosso jardim. Por isso, cultivemos AGORA o AGORA!

 

Marta Silva

 

Link deste ArtigoPor Mil Razões..., às 08:00  Comentar

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