De Aníbal V a 21 de Julho de 2009 às 13:39
Espanto-me por o Descartes achar que o espanto, como excesso de admiração, seja mau.
Eu gosto de ficar espantado; é bom ficar espantado.
Espero encontrar sempre coisas que me espantem: desarrumam o arquivo, obrigam-me a pensar, a arrumar o arquivo mas já de outra forma.

De Augusto Küttner de Magalhães a 21 de Julho de 2009 às 07:30
O espanto nunca é prejudicial, bem pelo contrário. depois temos é que passar, aquem e além desse espanto!!!!

De Augusto Küttner de Magalhães a 21 de Julho de 2009 às 07:28
Obrigado pela simpatia da resposta!

Acredito que a abordagem destes temas, não possa ser feita de animo leve, logo a não possibilidde de ultrapassar os 3 post semana! Em “rece” e dentro das possibilidade de todos e de cada um, e do tempo, vamos – “sem compromissos” – dando todos um contributo, para todos os blogs, qie merecem estar “bem vivos” o possam estar!!!!!!!!!!!!

Augusto Küttner de Magalhães

De MiL RAZõES... a 20 de Julho de 2009 às 20:56
Caro Augusto Küttner de Magalhães:
A sua vontade de querer mais movimento neste Blog é certamente um sinal do agrado com que nos lê, o que nos dá enorme satisfação.
O nosso objectivo actual é o da publicação de um a três artigos por semana; dadas as múltiplas actividades que desenvolvemos, mais não seria realista. Com o seu estímulo, talvez em breve possamos rever o nosso objectivo, juntando-lhe um pouco mais de ambição.
Contamos com o seu olhar atento e com os seus comentários.

MiL RAZõES...

De Zilda Cardoso a 20 de Julho de 2009 às 17:19
É vulgar dizer-se que do espanto nasceu a filosofia. Pode o espanto ser alguma vez demasiado e prejudicial ? Ou é questão de conteúdo de palavras?

De Augusto Küttner de Magalhães a 20 de Julho de 2009 às 07:34
Muito parado este Blog!!! Férias?????

De ©Marcolino Duarte Osorio a 17 de Julho de 2009 às 08:51
Escolástico!

De Augusto Küttner de Magalhães a 17 de Julho de 2009 às 02:00
Não estou certo, mas pareceu-me que a Sua análise ao basear-se muito em Descartes, foge – não intencionalmente – à emoção, ou seja fica-se pela razão que é e bem elaborada pelo cérebro, mas deixa talvez escapar a emoção, que está “também” no nosso cérebo, que está lá localizada, tanto como a razão, em áreas bem distintas.

Todos os estudos de António Damásio vão nesse sentido, e as emoções penso que terão cada vez que mais serem estudadas para além da razão e tudo “materializável” no nosso cérebro.