De Anónimo a 6 de Fevereiro de 2012 às 12:10

A maturidade não parece ser muita. Anda a brincar com coisas muito sérias.

Há casos que se confundem com esquizofrenia sem nada ter a ver com isso.

Nunca se apaixone. Se perder sua paixão vai ver o que é sofrer, passar por ter esquizofrenia, que passa a explicar todo o mal que lhe aconteceu e todo o mal que lhe vai acontecer e com pessoas com quem tenha de competir.

A Psiquiatria é muito perigosa. Um problema que não é mental passa a ser mental e para sempre. Sobretudo quando o interesse é facturar em vez de solucionar o que é bem simples.

Quantos casos falsamente psiquiátricos não passam de agressão psicológica a pessoas que vivem isoladas no meio de má vizinhança?

Para os Psiquiatras, basta que alguém seja vítima de alegações psiquiatricas, feitas sem provas e por várias testemunhas falsas, para passar imediatamente a ser vista como doente psiquiátrica mesmo que de facto não seja.

Certo é que depois dum diagnóstico errado ninguém mais credibiliza a pessoa como vítima de erro e sã.

E os diagnósticos mais dificeis de sacudir são os mais leves ou benévolos como os de perturbações de personalidade.

As alegações sem provas valem contra ti.

A vítima de psiquiatrização não é respeitada, não é credibilizada como qualquer outra pessoa.

Acabaram-se-lhe todos os projectos de vida.

Dum modo ou de outro acaba confinada ao redil psiquiátrico.

Ninguém deveria ser objecto de avaliação psiquiátrica sem que os factos objecto de avaliação fossem verificáveis e a vítima confrontada com as alegações, para que tudo seja claro e confirmável.

De outro modo incorre-se no risco de prejudicar gravemente a pessoa, vítima da má fé de má vizinhança, de grupos de assédio.









De Sónia Sequeira a 8 de Fevereiro de 2012 às 13:09
Agradeço o comentário.
Lembraria a afirmação de Hipócrates: "Mais importante do que a perturbação que o paciente tem, é a pessoa que o paciente é!"

De A. Teixeira a 21 de Julho de 2010 às 17:53
Olá Sónia, o texto é verdadeiramente interessante e cheio de bom humor, no entanto a fim de evitar situações aborrecidas, como acusações de plágio desnecessariamente, seria importante colocar a fonte original do texto. Afinal de contas o trabalho e humor do Professor Pio Abreu devem ser reconhecidos, não apenas por este texto sobre a esquizofrenia, mas por todos os outros relativos às mais diversas doenças mentais. A esse propósito aconselho a leitura do livro "Como tornar-se doente mental", ou então visitar a seguinte página, onde o Professor Pio Abreu elenca algumas doenças mentais, incluindo a esquizofrenia: http :/ www.saude-mental.net pdf /vol3_rev1_controversias pdf